Cesta básica sergipana continua em alta e é a 3ª mais cara do Nordeste

Alimentação continua ficando mais cara em Sergipe. Em fevereiro, o preço da cesta básica aumentou 3,24% e foi a terceira mais cara entre todas as capitais do Nordeste. O aracajuano pagou R$ 11,36 a mais do que em janeiro. O conjunto dos 13 bens alimentícios também foi o 19º mais caro entre as 27 cidades pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Este ano, a cesta já ficou quase 20% mais cara no estado.

De acordo com o levantamento do Dieese, apenas cinco produtos ficaram mais baratos na capital sergipana: carne, arroz, farinha, pão e manteiga. No entanto, os demais produtos tiveram uma alta que variou entre 3% e quase 23%, com destaque para o feijão, o tomate e o leite que registraram as maiores elevações nos preços.  

No segundo mês do ano, o trabalhador sergipano cuja remuneração equivale ao salário mínimo (R$ 880) precisou cumprir uma jornada de 90h31 para adquirir a cesta básica, maior que as 87h41 registradas em janeiro de 2016.

O custo da cesta em Sergipe comprometeu 44,72% do salário mínimo para adquirir os mesmo produtos que em janeiro demandavam 43,32% em janeiro. 

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