Com arbitragem confusa, Itabaiana e Sergipe ficam no empate no Etelvino

Teve quase de tudo no Clássico da Paz, que não foi tão zen assim. O Estádio Etelvino Mendonça estava lotado para receber os líderes do Campeonato Sergipano. Os times correram do início ao fim e os goleiros foram exigidos o tempo todo. Até que Paulinho Macaíba abriu o placar e Fábio Paulista empatou cobrando pênalti. 

A arbitragem também foi protagonista. Os donos da casa contestarem muito a marcação do pênalti convertido Macaíba e foram a loucura quando o gol de Zadda foi anulado. Final de jogo, tudo igual no jogo e na tabela da competição, os dois lideram, agora com 11 pontos. 

As duas equipes voltam a se enfrentar na sexta rodada da segunda fase, desta vez na Arena Batistão, em Aracaju. 

Velocidade. Este foi o primeiro tempo do Clássico da Paz. Os donos da casa dominaram a posse de posse de bola e obrigaram o goleiro Rafael Córdova a fazer três grandes defesas. O Sergipe preferiu ser mais agudo. O goleiro Max também mostrou qualidade e fez grandes defesas. O estreante Lucão não mostrou boa pontaria e perdeu duas boas chances.

Na volta do intervalo, os donos da casa agrediram mais no início. Paulinho Macaíba perdeu dois gols feitos, mas se recuperou aos 13 minutos. Ele ficou livre e chutou cruzado para abrir o placar. Só depois o Sergipe conseguiu reagir. Após três cobranças de escanteios seguidas, o árbitro viu pênalti de Heverton. Paulista cobrou e converteu.

A bronca dos tricolores com a arbitragem aumentou quando Cláudio Francisco anulou o gol de Zadda, acusando falta no goleiro Córdova, que chegou ser atendido pela equipe médica. Irritada, a torcida local começou a jogar objetos no campo, enquanto o goleiro do Sergipe era atendido. E foi assim mais um Clássico da Paz.

Globo Esporte / SE