Hospital do Câncer, obra fadada a demorar uma infinidade; consórcio venceu licitação com valores irreais

O barato sai caro. Para o necessário e sonhado Hospital do Câncer, o barato pode custar um doloroso pesadelo.

No final de 2011, o então ministro da Saúde Alexandre Padilha liberou os primeiros recursos para a realização da obra.

Até hoje, o sonho não passou da terraplanagem.

Como muitos criam dificuldades para a realização da obra, o Tribunal de Contas da União também fez o que não devia.

O primeiro edital do governo do Estado, que exigia melhor qualificação técnica, foi reprovado parcialmente pelo Tribunal de Contas da União. O TCU errou ao dizer que as exigências eram restritivas.

O tribunal exigiu correção no edital para que a exigência fosse mínima.

Refeito o edital, feita a licitação o ConsórcioPórtico/WVG, com proposta superior a R$ 59 milhões, foi o vencedor.

R$ 75 milhões era o limite previsto pelo TCU, abaixo dos valores de mercado.

Com valores irreais, dificilmente o consórcio terá condição de realizar a obra.

NE Noticias