Agricultores de Lagarto, Riachão do Dantas e salgado já podem sacar a última parcela do mão amiga laranja

A partir deste sábado, dia 07, os trabalhadores rurais cadastrados no Programa Mão Amiga Laranja já podem fazer o saque da quarta e última parcela de R$ 190 do benefício, pago anualmente no período da entressafra do cultivo. O Banco do Estado de Sergipe (Banese) já confirmou o crédito na conta dos beneficiários. Basta que cada um se dirija a uma agência, caixa eletrônico ou Ponto Banese com o cartão do programa em mãos.

“Esta parcela faz a diferença na vida daqueles que mais precisam e sofrem com o período da entressafra, porque ficam sem trabalho. Muitos enfrentam dificuldades ainda maiores devido à queda da produção causada pela mosca negra. Mais que uma renda extra, o Mão Amiga favorece a cidadania e a educação. Nessa edição, realizamos palestras educativas e dialogamos com os catadores, que também receberam uma bolsa colheitadeira para conferir maior ergonomia e facilidade ao seu trabalho no campo”, destacou José Carlos Felizola, secretário de Estado da Inclusão e Assistência Social.

Para o pagamento desta última parcela da edição 2017/2018 do Mão Amiga Laranja, o Governo do Estado investiu R$ 817.190,00, através da Seidh, com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Funcep). Desde 2009, quando foi criado, o programa pagou mais de R$ 46 milhões em benefícios para mais de 61 mil trabalhadores rurais sergipanos, nas suas duas vertentes. Na edição 2017/2018, foram pagos mais de R$ 2,5 milhões em benefícios aos trabalhadores da citricultura, beneficiando 4.301 homens e mulheres do campo.

Para receber a parcela, é preciso que o trabalhador rural também dê a sua contribuição, participando dos seminários promovidos pela Seidh. Nessa última edição, os seminários aconteceram nos 14 municípios cadastrados: Arauá, Boquim, Salgado, Lagarto, Tomar do Geru, Umbaúba, Indiaroba, Itaporanga, Santa Luzia do Itanhy, Itabaianinha, Pedrinhas, Estância, Cristinápolis e Riachão do Dantas. De acordo com Heleonora Cerqueira, diretora de Inclusão Produtiva da Seidh, o percentual de abstenções foi de apenas 3,15% dos 4.441 trabalhadores inicialmente cadastrados.

“O sucesso desses seminários se revela nos baixos percentuais de ausência que tem ocorrido nas últimas edições. Esses 3,15% são os menores já atingidos desde 2009. Como faz parte da regra do programa, quando há abstenções nos seminários, automaticamente é feito um corte na última parcela. Desde quando uma edição é iniciada, orientamos a todos para que participem ativamente dos seminários. É uma contrapartida obrigatória, através da qual a Seidh leva informações ao citricultor para garantir a parcela social do programa. O beneficiário também precisa fazer a sua parte”, destacou Heleonora.

Ascom: Seidh