Assassinato do capitão Oliveira completa uma semana e segue sem respostas

Uma semana se passou desde que o capitão da Polícia Militar Manoel Oliveira foi assassinado no alto sertão de Sergipe, na noite do dia 4 de abril. 

O crime comoveu o estado e ganhou repercussão nacional. Autoridades estaduais montaram uma força-tarefa para dar celeridade à elucidação do caso. Apesar do esforço, a polícia ainda não chegou aos autores da execução.

Nesta quarta-feira (11), o portal F5 News procurou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) para saber sobre os avanços da investigação, que corre em sigilo, sob a coordenação do delegado Dernival Eloi, diretor do Complexo de Operações Especiais (Cope).“A polícia tem recebido muitas informações via Disque Denúncia, seja através do 181 ou pelo aplicativo Disque Denúncia SE, e as investigações são prioritárias”, afirmou a pasta.

O oficial, que comandava o pelotão da Caatinga desde sua fundação há dez anos, foi morto em uma rodovia entre os municípios de Monte Alegre e Porto da Folha, no momento em retornava para casa. O carro do capitão Oliveira foi alvejado por cerca de 50 tiros, conforme a Polícia Criminalística, dos quais 12 atingiram o militar, que faleceu ainda no local.

Um dos carros usados pelos criminosos foi localizado carbonizado horas após o crime na região do município de Porto da Folha. Para a cúpula da Segurança, assim como para familiares do capitão Oliveira, não há dúvidas de que o crime esteja relacionado à sua atuação no combate ao crime organizado na região.

Por: F5 News