Eduardo Amorim: “Com toda certeza do mundo, este ano as coisas estão para nós”

Em duas eleições, o médico Eduardo Amorim, PSDB, obteve 1.041.600 votos dos sergipanos. Foram 625.959 em 2010 para se eleger senador e 415.641 em 2014, para não se eleger governador de Sergipe. Faltaram-lhe 122.152 e mais um voto para superar Jackson Barreto, MDB, que obteve 537.793, e foi o eleito.

Mas um milhão, quarenta e um mil e 600 votos é, sem dúvida, uma marca significativa, sobretudo num Estado cujo eleitorado é de cerca de 1,5 milhão. Agora em 2018, o mandato obtido em 2010 por Eduardo se encerra, mas ele insiste em não disputar a reeleição, e sim uma nova eleição de governador. 

Eduardo Amorim tem dito que não se importa se, eventualmente, ficar de fora, sem mandato algum. Alega que mandato político não é profissão e nem carreira. Mas o que ele menos pensa é na hipótese de não ganhar mandato novo em outubro.

“Com toda certeza do mundo, este ano as coisas estão para nós”, aposta ele. “Minha esperança é gigantesca”, reforça. Mas, somente esperança ganha eleição? “Tenho andando Sergipe de ponta a ponta. Há uma semente que foi plantada há quatro anos atrás e esta semente está na cabeça das pessoas. Não é só na minha não”, diz ele.

“Nunca estive tão focado e tão organizado. Por que as pessoas não estariam do lado daquele que há quatro anos optou pela verdade, que falou a verdade? Daquele que tem consciência da situação, que tem o diagnóstico e as soluções do Estado na mão?”, pontua Eduardo Amorim.

“Nós deveremos chegar ao dia 31 de julho com o Programa de Governo bastante adiantado - já tínhamos conhecimento da realidade do Estado -, atendendo a um prognóstico que vem de há mais de quatro anos e foi mais fácil montar agora. Belivaldo Chagas é o puro continuísmo, e Valadares Filho... sem comentários. Não vou comentar. Na hora certa a gente comenta”, diz Eduardo.

Por: JL Política