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Trabalhadores rurais já podem sacar última parcela do Mão Amiga

Já está disponível, na conta dos beneficiários, a quarta e última parcela desta edição do Programa Mão Amiga Laranja. Os trabalhadores rurais dos 14 municípios da citricultura cadastrados no programa já podem se dirigir a qualquer agência do Banco do Estado de Sergipe ou Ponto Banese, munidos do cartão do programa, e efetuar o saque do benefício, no valor de R$ 190.

No total, têm direito ao benefício 4.112 trabalhadores rurais dos municípios de Arauá, Estância, Itabaianinha, Indiaroba, Itaporanga, Cristinápolis, Santa Luzia do Itanhy, Salgado, Umbaúba, Boquim, Riachão do Dantas, Lagarto, Tomar do Geru, Pedrinhas. Conforme as regras do programa, 266 beneficiários deixam de receber esta última parcela, por não terem participado dos seminários realizados no início do mês em todos os municípios.

É o que explica Heleonora Cerqueira, responsável pela coordenação do programa, na secretaria de Estado da Inclusão, da Assistência Social e do Trabalho – Seit. “É do conhecimento de todos que a presença nos seminários é o que garante o recebimento da última parcela. As abstenções que registramos nesta edição representa 6% do total de beneficiários, um percentual compatível com a série histórica do programa. Nenhuma anormalidade foi identificada. Tudo saiu dentro do esperado”, avalia, Heleonora.

Para o pagamento desta parcela, foi creditado o montante de R$ 781.280,00 pelo governo do Estado, através do Fundo Estadual de Combate à Pobreza (Funcep). O total investido nesta edição, considerando as quatro parcelas de R$ 190 para cada beneficiário, foi superior a R$ 3,2 milhões. Para a secretária de Estado da Inclusão Social, Lêda Couto, é um investimento necessário para minimizar os efeitos do desemprego causado pela entressafra dos cultivos.

“Acreditamos, contudo, que o benefício financeiro não é suficiente. Então esta edição, em que o Mão Amiga completa 10 anos, foi marcada pela decisão – defendida inclusive pela vice-governadora Eliane Aquino – de incrementarmos o Mão Amiga. Vamos buscar agir intersetorialmente para identificar as potencialidades de cada região, capacitar e levar oportunidades para esses beneficiários. É preciso que eles tenham outras opções, para além da colheita da laranja – sobretudo com a baixa que as lavouras vêm sofrendo nos últimos anos”, disse Lêda.

Fonte: ASN